O exército volta ao poder no Egito

Escrito Por Ricardo Varnier

Desde a queda do Rei Farouk[1] (em 1952), passando pela ascensão dos “Oficiais Livres de Gamal Abdel Nasser” (em 1954) e a assunção ao governo dos seus sucessores, terminado na recente queda de Hosni Mubarak (em 2011), o Exército egípcio se manteve no poder.

Evitando tratar neste momento das razões da eclosão da revolta popular, é possível afirmar que ela foi organizada tanto por muçulmanos tradicionais, como por personagens com pensamento mais liberal, clamando por uma democracia participativa, bem como por mais emprego, por aumento de renda e melhoras nas condições de vida. Continuar a lerO exército volta ao poder no Egito

ONU lança Retrospectiva 2012

Em 2012, as Nações Unidas passaram por diversas crises que testaram consistentemente a capacidade da Organização de reagir. Desde intensos fenômenos climáticos que deixaram milhares de mortos ou sem moradia até as contínuas crises no Mali, na Síria, no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo, entre outros países e regiões, a ONU precisou negociar a paz e aumentar a capacidade de resposta a acontecimentos inesperados.

Para lembrar alguns destes momentos, o Departamento de Informação Pública (DPI) da ONU lança nesta quinta-feira (27) a versão em português do vídeo com a retrospectiva 2012.

A obra aborda a dificuldade da Organização de acabar com a crise na Síria, envolvendo ataques do governo contra o próprio povo e a resposta armada de grupos rebeldes. “Precisamos parar com a violência e o fluxo de armas dos dois lados e começar uma transição liderada pela Síria o quanto antes”, declarou o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon. O vídeo lembra que o Conselho de Segurança não entrou em um acordo sobre o tema, postergando uma resposta mais enfática para a questão.

Em 2012, ocorreu no Rio de Janeiro a maior conferência já realizada pela Organização em toda sua História — a Rio+20 — com a presença de mais de 40 mil pessoas e 191 Estados-Membros. “Não podemos continuar a queimar e consumir o nosso caminho para a prosperidade à custa de pobres do mundo e do meio ambiente global”, disse Ban na ocasião.

A Retrospectiva também aborda o recente conflito entre o Governo de Israel e os palestinos em Gaza, que obrigou Ban Ki-moon a ir pessoalmente à região para buscar o cessar-fogo. Pouco depois, em novembro, uma resolução da Assembleia Geral elevou a Palestina ao status de Estado Observador não membro, em votação que contou com a ampla maioria dos votos dos países integrantes da ONU.

EUA vão enviar mais agentes ao exterior para criar rede de espionagem

O Pentágono vai enviar centenas de espiões adicionais para o exterior, parte de um plano de montar uma rede de espionagem semelhante à CIA, segundo reportagem publicada no jornal americano “Washington Post”.

O objetivo é transformar a Agência de Inteligência de Defesa (DIA, na sigla em inglês), em um serviço de espiões focado em ameaças emergentes e mais alinhado à CIA e aos comandos militares de elite.

Quando a ampliação da DIA estiver completa, haverá até 1600 “coletores” de informações ao redor do mundo. Eles serão treinados pela CIA.

Entre as prioridades estarão grupos de militantes islâmicos na África, tráfico de armas do Irã e da Coreia do Norte, e a modernização militar na China.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1194846-eua-vao-enviar-mais-agentes-ao-exterior-para-criar-rede-de-espionagem.shtml

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