Declaração dos ministros da Defesa do Brasil e da Namíbia: Por uma fase da cooperação bilateral

Brasília, 23 de outubro de 2012

O Ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, e o Ministro da Defesa da Namíbia, Charles Namoloh, realizaram reunião de trabalho em Brasília em 23 de outubro de 2012.

2.        Durante a reunião, os Ministros mantiveram um diálogo amplo, franco e amigável e reiteraram seu compromisso para aprofundar os fortes vínculos bilaterais entre os dois países nas questões relativas à cooperação em matéria de defesa, em particular, em matéria naval.

3.        Os Ministros recordaram a profunda cooperação estabelecida entre Brasil e Namíbia nos últimos vinte anos, com a formação de mais de mil militares namibianos em escolas brasileiras. Notaram, com satisfação, a criação, em 2011, de curso de formação de marinheiros na Namíbia, com apoio do Brasil, com a conclusão da primeira turma em 2012 com 50 formandos. Em 2013, decidiram dar continuidade ao curso, com a oferta de aproximadamente 50 vagas.

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O controverso “Nobel da Paz”

Escrito Por Katiuscia Moreno Galhera Espósito

Alfred Nobel foi o criador do Prêmio da Paz mundialmente respeitado que leva seu nome e a primeira entrega ocorreu em princípios do século XX. Desde então, tem-se homenageado importantes instituições, como a “Cruz VermelhaInternacional” e o “Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados” e personalidades como Desmond Tutu e Nelson Mandela (que lutaram contra o apartheid na África do Sul), dentre várias. Recentemente, conforme vem sendo visto na mídia, os premiadores do “Nobel da Paz” parecem ter escolhido um caminho polêmico na escolha dos seus agraciados. Continuar a lerO controverso “Nobel da Paz”

A (re) militarização do Sinai

Escrito Por Ricardo Varnier

Após os “Acordos de Camp David I” (1978) sobre a paz na “Península do Sinai”, Israel retrocedeu suas tropas até a fronteira atual, sendo o Sinai devolvido ao Egito. Contudo, a reentrada do Estado egípcio na Ásia deu-se com restrições de tropas e armas. Somente poucas unidades militares (basicamente com tarefas de polícia e controle de fronteira), porte de armas leves e uso de veículos com pouca blindagem poderiam adentrar na “Área C”, a mais restrita, que foi delineada no “Acordo de Paz de 1978”.

Já Israel, manteve o direito de concentrar unidades na fronteira, incluindo Gaza, onde se encontra o principal ponto de passagem de quem se desloca de Israel (incluindo Cisjordânia) ou Gaza, que é Rafla. Ali, há uma grande rodoviária com entreposto aduaneiro, onde as pessoas trocam de ônibus no outro lado da fronteira, sejam turistas, palestinos ou beduínos com galinhas e carneiros para comerciar no outro lado Continuar a lerA (re) militarização do Sinai