É possível Israel atacar o Irã?

Escrito Por Ricardo Varnier

O aumento do estoque de material radioativo, assim como o incremento da sua pureza, que pode envolver fins militares, tem tornado o Irã um incômodo para os países do Oriente Médio e não apenas para os Estados Unidos, ou Israel. Para vários analistas, a questão que se põe não é se, mas quando o Irã será atacado. No entanto, esta certeza levanta a seguinte questão que se apresenta em várias interrogações: por quem será? Pelos Estados Unidos? Por Israel? Por algum outro Estado muçulmano da região, receoso com o poderio militar e a influência política do Irã?

O problema, contudo, não é só atacar o território iraniano, mas entender as consequências que o ataque geraria no curto e médio prazos, não só para aquele que realizar o ato, mas também para seus parceiros, tanto políticos, como militares.

Pensando num ataque israelense, por exemplo, certamente, em termos de armamentos, o arsenal de Israel é bem superior na região. Ilustrativamente, apesar de terem os mesmos modelos de caças que os sauditas e os egípcios, as suas versões são no mínimo uma geração mais moderna, sem contar nas melhorias instaladas pelos técnicos de Israel, cuja indústria aeronáutica está entre as mais desenvolvidas do mundo.

Também a título de ilustração, ainda em termos tecnológicos, pode ser citado que recentemente comentou-se na internet que os israelenses forneceram informações de que pequenos aviões não tripulados lá fabricados (conhecidos como drones) estão sendo operados por georgianos e azerbaijanos durante revoltas separatistas na região que contavam com o apoio russo. De acordo com o disseminado, os códigos chaves para acesso a estes equipamentos foram negociados com os israelenses pelos códigos chaves das baterias antiaéreas entre outros itens de fabricação russos operados pelos iranianos. Continuar a lerÉ possível Israel atacar o Irã?

Desindustrialização, baixo crescimento do PIB, baixas exportações e baixos investimentos no Brasil

Escrito Por Katiuscia Moreno Galhera Espósito

Após o arrefecimento das calorosas discussões sobre desindustrialização no Brasil*, o país demonstra mais um sinal de desaquecimento no setor industrial, especificamente nas vendas de motos: a queda foi de 9,3% em comparação ao mesmo período do ano passado. Por esse motivo, demissões vêm ocorrendo na “Zona Franca de Manaus”, espaço onde 90% das motos são fabricadas**.

O desaquecimento do setor industrial caminha de mãos dadas com o baixo crescimento do “Produto Interno Bruto” (PIB) brasileiro. O PIB, por sua vez, não está crescendo em ritmo acelerado em grande parte devido à diminuição das exportações do país, ao baixo investimento estrangeiro e aos acontecimentos recentes do setor industrial***.

—————————-

Fontes:

* Ver:

https://blogceiri.com.br/?p=5649

** Ver:

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios%20industria,-apos-anos-de-euforia-fabrica-de-moto-demite-,125121,0.htm

*** Ver:

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,pib-foi-afetado-por-investimento-baixo-e-industria-fraca-dizem-economistas,125062,0.htm

O trabalho forçado de crianças e algumas prospecções para o Haiti

Escrito Por Katiuscia Moreno Galhera Espósito

Uma pesquisa recente da “Organização Internacional do Trabalho” (OIT), em conjunto com o Brasil e os “Estados Unidos”, divulgou números considerados espantosos para os especialistas do mundo do trabalho: uma em cada dez crianças haitianas trabalha em regime forçado. No país, o emprego desse tipo de mão-de-obra (considerado uma forma moderna de escravidão) aumentou após as catástrofes que aconteceram*. Continuar a lerO trabalho forçado de crianças e algumas prospecções para o Haiti