O problema estrutural dos profissionais ligados à educação no Brasil

Escrito Por Katiuscia Moreno Galhera Espósito

No Japão, os professores são os únicos que não precisam reverenciar o Imperador, o que demonstra o seu prestígio na sociedade japonesa. Na Suécia, os docentes são os profissionais muito bem pagos, considerados parte da elite, essenciais para o futuro do país. Uma das grandes receitas de sucesso em diversos países, como na Coréia do Sul, é o investimento em educação e, consequentemente, nos professores.  A China tem investido grandemente em educação, acreditando que esta é a chave do sucesso no longo prazo. Continuar a lerO problema estrutural dos profissionais ligados à educação no Brasil

Hackers vazam 1,7 Gbytes de dados do governo americano

O grupo de hackers Anonymous alega ter invadido o site do Bureau of Justice Statistics, órgão que é um braço estatístico do Departamento de Justiça dos EUA. Por meio de uma nota oficial, publicada pelo site “ZDnet”, um representante do Departamento de Justiça –que equivale ao Ministério da Justiça brasileiro– confirmou o roubo de dados. Continuar a lerHackers vazam 1,7 Gbytes de dados do governo americano

O mercado de trabalho no México aprofunda importância nas pautas eleitorais da corrida à Presidência

Dentre os diversos problemas que afetam o México neste começo de século, figura o emprego informal. Peña Nieto, atual candidato do “Partido Revolucionário Institucional” (PRI), se realmente eleito (as pesquisas de opinião o indicam como o candidato preferido pelos mexicanos*), terá que desenvolver políticas públicas para os atuais 13,7 milhões de trabalhadores informais do país, que corresponde a, aproximadamente, 29,1% da “População Economicamente Ativa” (PEA)** e para os 50 milhões em idade de ingresso no mercado de trabalho. Continuar a lerO mercado de trabalho no México aprofunda importância nas pautas eleitorais da corrida à Presidência

Transações comerciais alemãs atingem recorde em março

As exportações e importações da Alemanha alcançaram valores mensais recorde em março de 2012, segundo relatório divulgado na última quarta-feira pelo “Escritório Federal de Estatísticas” (Destatis). Em relação a fevereiro, as exportações tiveram aumento de 0,9% e as importações, 1,2%, resultando em um superávit comercial de €13,7 bilhões (US$17,8 bilhões)*, 0,73% maior que em fevereiro, contabilizando o terceiro mês consecutivo de crescimento. Continuar a lerTransações comerciais alemãs atingem recorde em março

Estatizações acabam sendo ineficientes, diz especialista em energia

Estatizações de empresas de energia, como as feitas na Argentina e Bolívia, são anunciadas “com muito alarde”, mas acabam sendo ineficientes. A análise é do responsável da Agência Internacional de Energia (IEA) para a América Latina e o Caribe, Joerg Husar, em entrevista à Folha.

Na visão dele, as companhias petrolíferas nacionais tendem a investir pouco no desenvolvimento a longo prazo e a fazer má gestão dos recursos.

Segundo Husar, os países que fizeram as expropriações devem amargar uma redução dos investimentos estrangeiros durante os próximos anos. O Brasil não deve sentir os reflexo dessas medidas.

A IEA é uma organização autônoma, com sede em Paris, fundada em 1974 com a crise do petróleo. Dedicada a servir como fonte de informação, estatísticas e como conselheira política dos 28 países membros.

Husar foi pesquisador do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança (SWP) e professor do Instituto de Estudos Latino-Americanos da Freie Universität Berlin.

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Folha – Como a IEA avalia as expropriações realizadas na Argentina e na Bolívia?

Joerg Husar – Estamos bastante preocupados com a nacionalização da YPF na Argentina. A decisão mandou sinal negativo para os investidores. Isso vai afetar a imagem do país como destino para investimentos em energia por anos.

O mesmo se aplica ao caso da Bolívia. Em ambas as situações, o montante a ser compensado para os ex-proprietários continua pendente, então parte importante da equação segue desconhecida.

Quais os possíveis impactos e como esses países podem mudar a imagem diante dos investidores?

No caso da Argentina, reduz a atratividade e provavelmente irá dificultar o desenvolvimento das significativas reservas de gás do país, que apenas recentemente começaram a atrair interesse.

No caso da Bolívia, o governo parece estar mais consciente do risco que a medida representa em termos de bloquear investimentos. Em clima de nacionalização, os investimentos certamente permanecerão abaixo do potencial em ambos os países.

A IEA acredita que os demais países da América Latina serão afetados?

As nacionalizações podem ser identificadas como parte de uma tendência. Há uma percepção da América Latina como um destino único de investimentos. Por isso pode haver impacto sobre a região. No entanto, os investidores vão continuar a diferenciar as abordagens de cada Estado na regulação do setor, de modo que o impacto, especificamente no Brasil, será bastante limitado.

Quais as expectativas sobre a Argentina e a Bolívia?

Não há indicação de que a medida na Argentina faça parte de uma estratégia mais ampla de nacionalizações no setor de energia.

Agora, a maneira como o país ignorou a crítica internacional, a facilidade com que aceitou os danos ao seus potenciais investimentos e à sua relação bilateral com a Espanha continua sendo muito preocupante.

A Bolívia vem seguindo uma estratégia de nacionalizações por mais de seis anos e o progresso em seus planos ambiciosos de industrialização do setor de gás tem sido muito lento.

De alguma forma as expropriações podem auxiliar no desenvolvimento de um país?

Em geral, as nacionalizações são anunciadas com muito alarde, criam grandes expectativas, mas as companhias petrolíferas nacionais tendem a investir pouco no desenvolvimento a longo prazo em troca de pequenos aumentos na produção de curto prazo.

Muitas vezes também sofrem pressão para aumentar as contratações para além dos níveis necessários, levando à uma gestão ineficiente de recursos.

Um setor de energia bem regulado pode funcionar muito bem sem a uma companhia nacional de petróleo, garantindo acesso ao financiamento internacional e ao know-how, gerando rendimento adequado para o estado.

O Brasil deve adotar papel de liderança e tentar conter futuras expropriações na América Latina?

Tendo em vista a forte aderência ao princípio da não intervenção, tanto no Brasil quanto na maioria dos países da América Latina, isto não parece ser uma opção viável. O Brasil pode servir de exemplo em termos de vontade e capacidade de atrair investimentos, ao invés de conduzi-lo para fora do país.

Fonte: Folha de São Paulo

Argentina aprova lei da ‘morte digna’

Os parlamentares argentinos aprovaram, nesta quarta-feira, a lei chamada de “morte digna”, que permite ao paciente terminal ou em estado irreversível rejeitar tratamentos médicos que possam prolongar seu sofrimento ou “vida artificial”, conectada aos aparelhos.

O texto, que já tinha sido aprovado em novembro pela Câmara dos Deputados teve aprovação por unanimidade pelos senadores.

A lei estabelece o “direito de aceitar ou rejeitar determinados tratamentos médicos”, dando a palavra final ao paciente, que deve deixar por escrito uma autorização de suspensão destes cuidados. Um familiar próximo do paciente também está habilitado a autorizar o tratamento, nos casos em que a pessoa hospitalizada não esteja consciente.

Na prática, os parlamentares modificaram a Lei sobre Direitos do Paciente.

A aprovação da lei levou familiares de pacientes terminais a comemorarem a decisão com aplausos e abraços nas galerias do Senado argentino.

Entre os que comemoravam estava Selva Herbon, que liderou uma campanha junto a políticos e órgãos públicos para que a lei fosse aprovada.

Ela é mãe de uma menina de três anos, Camila, que mora num hospital de Buenos Aires e está inconsciente desde que nasceu. Em entrevista à BBC Brasil, no ano passado, ela disse que a “morte digna” se justificava para a filha, já que a bebe não tinha reflexos ou qualquer forma de reação.

“Ela não chora, não ri, não sente nada mesmo quando apenas toco sua pele. Camilla apenas cresce em uma cama de hospital e conectada a aparelhos”, disse na ocasião.

Dignidade

O texto contou com apoio de parlamentares de diferentes linhas políticas. O senador governista Aníbal Fernández, da Frente para a Vitória (FPV), disse que a lei “não vai contra nenhuma religião” e pretende “respeitar a dignidade” do paciente.

Ele declarou ainda que a medida não significará a autorização da eutanásia, mas sim o direito de um paciente terminal ter, de fato, uma “morte digna”.

“O objetivo desta lei é evitar o sofrimento e respeitar a autonomia do paciente para que ele defina a sua qualidade de vida”, disse o senador José Cano (do partido opositor União Cívica Radical, UCR), presidente da Comissão de Saúde e Esporte e defensor da medida. Para ele, a lei tem “caráter humanitário”.

Polêmica

A nova legislação permite que o paciente que já deixou a sua determinação por escrito possa voltar atrás, se mudar de ideia e optar pela continuidade do tratamento. O familiar do paciente também poderá mudar de ideia, quando ele estiver inconsciente.

A nova lei adverte, porém, que “fica expressamente proibida a prática de eutanásia” e inclui que nenhum profissional de saúde será punido por atender a vontade do paciente ou da orientação dada por um familiar da pessoa internada.

Notícia completa em: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,argentina-aprova-lei-da-morte-digna,870880,0.htm?reload=y

Hackers do Anonymous planejam atacar sites do governo russo

O grupo ativista hacker Anonymous afirmou nesta sexta-feira (4) que planejava atacar sites de governos russos, a fim de apoiar os protestos da oposição antes da posse de Vladimir Putin como presidente.

Em um vídeo publicado na internet que se tornou um viral, o braço russo do grupo disse que iria tirar do ar o principal site do governo no domingo, quando protestantes planejam realizar uma marcha de 1 milhão no centro de Moscou. Continuar a lerHackers do Anonymous planejam atacar sites do governo russo

General detalha implantação do Centro de Defesa Cibernética, novo órgão brasileiro

Na entrevista abaixo, o general José Carlos dos Santos, comandante do CDCiber (Centro de Defesa Cibernética), detalha a implantação do novo órgão, que faz sua estreia na Rio+20, a Conferência da ONU para Desenvolvimento Sustentado, a partir de 20 de junho, reunindo cerca de uma centena de chefes de Estado e governo. Continuar a lerGeneral detalha implantação do Centro de Defesa Cibernética, novo órgão brasileiro

O desemprego no mundo

Escrito Por Katiuscia Moreno Galhera Espósito

Principalmente devido à recente crise que abalou diversos países, a previsão da “Organização Internacional do Trabalho” (OIT) é de aumento do desemprego no mundo. Para a Instituição, até o fim deste ano (2012) serão 202 milhões desempregados e, em 2016, esse número deve chegar a 210 milhões*. É mais que a população do Brasil. Continuar a lerO desemprego no mundo

Investigação de Salvaguarda no Brasil une “Países Exportadores de Vinho” na OMC

Os países de maior produção mundial de vinho reagiram conjuntamente na última reunião da “Organização Mundial do Comércio” (OMC), em Genebra, perante a investigação brasileira de possível adoção de medidas de salvaguarda aos vinhos importados. A reação de Chile, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e diversos países europeus não se trata de processo judicial tramitado na Organização, mas sim de um alerta às entidades brasileiras da disposição desses países de levar a disputa a “Organismos Internacionais”*. Continuar a lerInvestigação de Salvaguarda no Brasil une “Países Exportadores de Vinho” na OMC