Iraque fecha acordo de US$ 17 bilhões com Shell

O Iraque assinou acordo no valor de 17 bilhões de dólares com a Royal Dutch Shell e a Mitsubishi neste domingo para explorar o gás produzido nos campos no sul do país. Espera-se que o projeto impulsione a produção de energia na região.

O acordo de 25 anos, um dos mais longos do Iraque assinado com empresas estrangeiras, tem como objetivo aproveitar mais de 700 milhões de pés cúbicos diários do gás associado que queima nos campos do sul.

(Reportagem de Ahmed Rasheed)

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,iraque-fecha-acordo-de-us-17-bilhoes-com-shell,803660,0.htm

ONU condena assassinato de quatro reféns das Farc na Colômbia

O escritório na Colômbia do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos condenou “energicamente” o assassinato de quatro reféns da guerrilha das Farc, três policiais e um militar, e classificou o ocorrido de crime de guerra, em um comunicado publicado neste domingo.

“Estes assassinatos atrozes refletem uma terrível falta de humanidade e um desprezo total pela vida. Merecem o repúdio mais forte e provocam uma profunda tristeza pelo imenso sofrimento dos sequestrados e de suas famílias”, disse Christian Salazar, representante do escritório na Colômbia.

“Estes fatos irracionais não são uma prática isolada ou esporádica. São crimes de guerra que podem constituir crimes contra a humanidade. São produto da desumanização progressiva do conflito armado interno”, acrescentou.

No sábado, após combates entre a guerrilha e as forças militares em Caquetá (sul), foram encontrados mortos o sargento do exército Libio Martínez, o coronel da polícia Édgar Yesid Duarte e os tenentes da polícia Elkin Hernández e Álvaro Moreno, todos com 13 e 12 anos de cativeiro.

No entanto, o sargento da polícia Luis Alberto Erazo, que se escondeu na selva ao escutar os primeiros tiros, conseguiu escapar com vida.

O escritório da ONU para os Direitos Humanos expressou “sua solidariedade mais sincera e profunda às famílias das pessoas assassinadas” e pediu às Farc que, “imediatamente e sem condições, libertem todas as pessoas sequestradas e parem com todos os atos que violam o direito internacional humanitário”.

Também exigiu a busca “de uma solução pacífica ao conflito armado que garanta uma paz sustentável e duradoura ao povo colombiano, com pleno respeito dos direitos das vítimas e dos direitos humanos”.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1012857-onu-condena-assassinato-de-quatro-refens-das-farc-na-colombia.shtml

Decreto de Cristina manda reescrever História argentina

O governo da presidente Cristina Kirchner determinou por decreto que o Estado argentino comandará uma revisão oficial da História do país. Para isso, criou o Instituto Nacional de Revisionismo Histórico Argentino e Ibero-Americano Manuel Dorrego, que dependerá da Secretaria Federal de Cultura e funcionará com fundos públicos.

A entidade que reescreverá a História argentina será comandada pelo historiador Mario Pacho O’Donnel, declarado admirador dos caudilhos argentinos. Ela também será integrada por ministros do gabinete presidencial, jornalistas alinhados ao governo e líderes políticos.

O decreto determina que o objetivo do instituto será o de “estudar, investigar e difundir a vida e obra de personalidades e circunstâncias destacadas” da História argentina “que não tenham recebido o reconhecimento adequado no âmbito institucional”. No decreto, a presidente Cristina condena a História “escrita pelos vencedores das guerras civis do século 19”.

O instituto terá o nome de Manuel Dorrego, governador da Província de Buenos Aires em 1820 e novamente entre 1827 e 1828. O governador fuzilado em 1828 (considerada a primeira morte política da História da Argentina) sempre fascinou a presidente. Em diversas ocasiões, Cristina comparou-se a Dorrego, afirmando que sofre “fuzilamentos midiáticos”.

Revisionismo. Desde o início do governo do ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007), a Casa Rosada criou feriados com alusões históricas. Foi o caso do feriado de 24 de Março, o “Dia da Memória pela Verdade”, para recordar a data do golpe militar de 1976. O governo ignora a data em que o país voltou à democracia, 10 de dezembro de 1983 – segundo a oposição, porque o primeiro presidente civil da democracia foi Raúl Alfonsín, da União Cívica Radical (UCR), partido rival dos peronistas.

Nos últimos anos, o kirchnerismo incentivou manifestações contra a imagem do presidente Julio Argentino Roca (1880-86 e 1898-1904), protagonista na conquista da Patagônia (incluindo o massacre de dezenas de milhares de indígenas). Roca, um conservador que admirava a Europa, é considerado um “genocida” por integrantes do governo, que defendem a retirada de suas estátuas. O governo Kirchner, entretanto, considera o ditador Juan Manuel de Rosas (1835-52) um “herói”, embora tenha protagonizado campanhas militares contra indígenas do sul da Província de Buenos Aires.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,decreto-de-cristina-manda-reescrever-historia-argentina-,801811,0.htm

Descricão do Projeto BID-Bolívia

Descripción del Proyecto: Los programas sociales en Bolivia en su mayoría son universales, no focalizados, y dan acceso a sus servicios principalmente mediante criterios de elegibilidad por edad o exclusión en caso de recibir cierto beneficio alternativo de un seguro social4. Aún cuando el objetivo no sea la focalización de los beneficiarios por pobreza, los programas podrían contar con registros sistemáticos y electrónicos de sus beneficiarios con fines de monitorear coberturas, prestaciones y características demográficas de la población atendida, lo cual no es el caso para la mayoría de los programas. En este sentido, se identificaron los siguientes desafíos en el país: (i) la mayoría de los programas sociales no cuenta con un registro sistemático y electrónico de sus beneficiarios, lo cual impide conocer la cobertura real de las políticas sociales de manera ágil e integral en una instancia del sector público; los pocos programas que cuentan con un registro electrónico de beneficiarios incluyen programas prioritarios del PEEP como el Bono Juana Azurduy, Bono Juancito Pinto, Renta Dignidad y Mi Primer Empleo Digno6; (ii) los registros existentes, si bien incluyen información demográfica básica de identificación, edad y sexo, carecen de datos socioeconómicos de sus beneficiarios, lo cual dificulta un monitoreo adecuado y potencial focalización de cada programa particular, el único programa social que actualmente registra ciertos datos socioeconómicos es el Bono Juancito Pinto; (iii) los registros existentes no están integrados entre ellos, lo cual limita el monitoreo centralizado y la planificación estratégica del conjunto de los programas sociales, en cuanto a la identificación de los beneficios individuales y el conjunto de servicios que está recibiendo cada hogar, ligado a este problema está el que los programas no registran de manera consistente el número del documento de identidad oficial del país como código único de identificación que permitiría la unificación e integración de diferentes registros; y (iv) la cobertura actual de los registros existentes no incluye la población potencial beneficiaria de programas sociales. Se excluyen los grupos etarios y socio demográficos que no son elegibles bajo los programas actuales (por ejemplo, hombres en edad de trabajar o mujeres que no son embarazadas ni tienen hijos menores de dos años, etc.) y todos aquellos beneficiarios potenciales de programas existentes que por diferentes razones no están inscritos en estos programas aunque serían elegibles (por ejemplo, por auto exclusión, por incumplimiento de requisitos exigidos de inscripción y sobre todo por falta de cobertura en la oferta de estos servicios.
Información de Adquisiciones

Etapa

Project Status

Información Básica

Número del Proyecto BO-L1070
Número de la Operación 2637/BL-BO
País Bolivia
Sector Inversión Social
Subsector Inclusión Social
Tipo de Proyecto Operación de Préstamo
Subtipo de Proyecto Inversión Específica
Etapa Aprobado
Fecha de Aprobación 17-NOV-2011

Información Financiera

Costo Total – Histórico USD 5.000.000

Financiamiento del BID

Tipo de Financiamiento Préstamo
Fondo BLD
Moneda de Referencia USD – Dólar Estadounidense
Fecha de Referencia 24-NOV-2011
Monto Aprobado – Histórico USD 5.000.000

Roles y Responsabilidades

Agencia Ejecutora Ministerio De Planificacion Del Desarrollo

Bolivia mejorará la cobertura de sus políticas sociales con apoyo del BID

Préstamo de US$5 millones contribuirá al desarrollo del Programa de Registro Único de Beneficiarios

El Banco Interamericano de Desarrollo (BID) aprobó un préstamo por US$5 millones que ayudará al gobierno de Bolivia a mejorar la calidad y cobertura de los registros de actuales y futuros beneficiarios de programas sociales, gracias al desarrollo de un Programa de Registro Único de Beneficiarios (RUB).

El programa busca unificar la información existente en una sola base de datos para mejorar el monitoreo de la cobertura de los programas sociales, y ampliar su alcance mediante el levantamiento de datos primarios con un censo. Esto permitirá seleccionar a los beneficiarios del programa con criterios de focalización por pobreza, incluyendo además aspectos de género y etnia en los datos registrados.

De esta manera, el RUB no se utilizará solamente para focalización, sino también para el monitoreo y planificación de los programas y políticas sociales y la identificación de futurosprogramas sociales, lo cual es vital dadas las condiciones en Bolivia.

Los registros existentes, si bien incluyen información demográfica básica de identificación, edad y sexo, carecen de datos socioeconómicos de sus beneficiarios, dificultando el monitoreo y la potencial focalización de cada programa particular.

Esto dificulta las opciones de monitorear la cobertura de programas desde el nivel central hasta el nivel local y las características socioeconómicas y demográficas de la población atendida por los programas; la identificación de sus beneficiarios; y la opción de una posible focalización proactiva por pobreza de los programas sociales.

El desarrollo de un RUB en Bolivia representa un instrumento poderoso de planificación y monitoreo. Se espera lograr una base de datos de hogares y sus integrantes, alimentada por registros de beneficiarios existentes y que permitan verificar la participación del hogar en diferentes programas sociales específicos, datos demográficos, e información socioeconómica para establecer una clasificación de hogares según su estrato socioeconómico, entre otros.

El Ministerio de Planificación del Desarrollo será el organismo ejecutor e implementará el programa a través del Proyecto de Registro Único de Beneficiarios (PRUB), el cual dependerá directamente del titular del Vice ministerio de Planificación y Coordinación.

El financiamiento del BID para este programa se compone de un préstamo de US$3,75 millones del Capital Ordinario del Banco, a un plazo de 30 años, con un período de gracia de 6 años a una tasa de interés LIBOR, más un préstamo por US$1,5 millones del Fondo de Operaciones Especiales a un plazo de 40 años, con un período de gracias de 40 años y una tasa de interés anual de 0.25 por ciento.

Fonte: http://www.iadb.org/es/noticias/comunicados-de-prensa/2011-11-23/bolivia-mejorara-cobertura-de-las-politicas-sociales,9702.html

Rússia ameaça instalar mísseis na fronteira com a UE

A Rússia alertou o Ocidente nesta quarta-feira, 23, de que poderia instalar mísseis nas fronteiras com a União Europeia (UE) para fazer frente às instalações antimísseis que os Estados Unidos pretendem alocar no leste europeu.

Medvedev: 'estamos preparados para instalar mísseis Iskander' - AP
AP
Medvedev: ‘estamos preparados para instalar mísseis Iskander’

O presidente russo, Dmitry Medvedev, disse que o país estava preparado para instalar mísseis Iskander, que as autoridades alegam ter um alcance de até 500 quilômetros, no enclave de Kaliningrado, que faz fronteira com a Polônia e a Lituânia, ambas as nações membros da UE. Ele também ameaçou abandonar o Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Start, na sigla em inglês).

Se medidas não forem tomadas para limitar os planos americanos, “a Rússia vai instalar no oeste e no sul do país modernos sistemas de armas de fogo que poderiam ser usados para destruir os componentes da defesa antimísseis dos EUA”, disse Medvedev. “Uma das ações da Rússia poderia ser a instalação de sistemas de mísseis Iskander em Kaliningrado”, acrescentou, em um discurso televisionado.

A Romênia e a Polônia concordaram em ter em seus territórios parte de um renovado escudo antimísseis dos EUA. Os americanos alegam que o objetivo desse sistema de defesa é se proteger de países como o Irã, porém a Rússia acredita que o sistema também terá como alvo o seu território.

A questão já há algum tempo tem sido um obstáculo para um “recomeço” das relações entre Rússia e EUA. Medvedev afirmou que a medida americana poderia impactar na cooperação de desarmamento entre as duas nações. “Se a situação não correr bem, a Rússia, então, reserva-se o direito de suspender novas medidas em matéria de desarmamento e dos correspondentes controles de armas”, afirmou o presidente, falando da residência dele, em frente a uma bandeira da Rússia.

Ele também disse que o impasse poderia levar a Rússia a abandonar o Start em relação às armas nucleares. O acordo havia sido ratificado por Medvedev e pelo presidente dos EUA, Barack Obama, em abril do ano passado. “Isso poderia ser um começo para a nossa saída do Start.”

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,russia-ameaca-instalar-misseis-na-fronteira-com-a-ue,801972,0.htm

Hugo Chávez acusado de crimes contra a humanidade

O Presidente venezuelano, Hugo Chávez, está sob acusação de crime contra a humanidade, no Tribunal Penal Internacional (TPI). A queixa foi apresentada por Diego Árria, opositor do Governo venezuelano.

Hugo Chávez tem uma queixa no TPI de Haia, desde esta segunda-feira, 21 de Novembro, por crimes contra a humanidade.

Quem apresentou a denúncia foi o opositor Diego Árria, que integra grupo da Mesa de Unidade Democrática e que justificou a sua atitude com base na alegada «responsabilidade penal individual e pessoal de Hugo Chávez e dos seus principais colaboradores, na prática de crimes contra a humanidade».

Diego Árria esclareceu ainda que não se trata de um acto contra a Presidência da República como instituição nem contra o próprio país.

Fonte: http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=28401

A Espanha e seu novo homem-fraco

Não é só sobre a economia que pairam pesadas sombras na Espanha. Direitos civis e sociais estão sob uma ameaça atroz. Um senhorito galego, obediente às regras da tradição e à fome do dinheiro, chegou para mandar. A volta ao país confessional dos tempos de Franco é, mais que um risco eventual, uma ameaça real. A poderosa hierarquia da Igreja Católica está que é um sorriso só. O nacional-catolicismo do Partido Popular do novo primeiro-ministro encontrou seu espaço. O artigo é de Eric Nepomuceno.

Eric Nepomuceno

A verdade é a seguinte: o novo homem forte da Espanha, Mariano Rajoy, é fraco. E lento. Nunca diz o que está pensando, apenas insinua. Como todos os nascidos na Galícia, é suspicaz: desconfia até do ar que respira. Quando ouve uma pergunta, não responde: faz outra. E é tão, mas tão cauteloso, que leva um tempo enorme antes de tomar uma decisão. E nunca toma uma decisão de maneira determinante: sempre deixa aberta uma fresta para, se for o caso, voltar atrás com certa dignidade. E leva outro tempo enorme até decidir se é ou não o caso de voltar atrás.

Conseguiu, por certo, uma vitória arrasadora. E ainda levou, de quebra, a glória de ter conseguido eleger mais deputados que seu mentor e criador, José Maria Aznar, que foi primeiro-ministro entre 1996 e 2004. Com Rajoy, o Partido Popular, fina flor da direita, elegeu 186 deputados. Com Aznar, 183.

Pode parecer pouco, é muito: Aznar vivia criticando sua cria, dizendo que Rajoy saberia herdar o governo, mas não sabia ganhar eleições. Agora, teve de aplaudir até ficar com as mãos ardendo: seu pupilo obteve maior vantagem jamais dada a um primeiro-ministro desde que, em 1982, Felipe González conseguiu uma vitória de furacão, que o manteve no poder durante 14 anos.

Pois é esse homem de aparência sossegada e sorriso de viés, que transmite a eletricidade de um pé de alface, o novo dirigente de um país corroído e assustado. Um típico senhorito galego, de alma lânguida e provinciana, modos disciplinados, fiel às tradições, respeitador das hierarquias e das regras que ninguém sabe quem estabeleceu, mas que ele louva e admira como se fossem pétreas.

Notário de ofício, advogado de formação, um dos três filhos de um veterano funcionário público que educou a prole nas bondades de um emprego vitalício e seguro: esse é o homem que deverá liquidar milhares de empregos do Estado espanhol.

O problema de Mariano Rajoy, 56 anos, casado, pai de dois filhos, formado em direito, é que ninguém sabe o que ele pensa, o que pretende, o que quer.

Fala-se muito, e com razão, do que ele irá impor na política econômica de um país agredido. Há um temor mais do que justificado sobre sua capacidade de enfrentar – ou seu entusiasmo em acatar – os ditames de quem efetivamente manda, ou seja, a grande banca.

Fala-se pouco, em compensação, do que ele poderá significar – com seu ar provinciano, seu olhar de soslaio, seu pendor a dissimular – para outras conquistas sociais alcançadas pelos espanhóis ao longo dos tempos.

Durante os anos de Felipe González, a Espanha fez avanços importantes, e muitos deles foram melhorados e consolidados no governo de José Luis Rodríguez Zapatero. Tudo isso agora está correndo sério risco.

Não me refiro à economia e às finanças. A essas questões o próprio Zapatero renunciou, e por isso mesmo sucumbe agora sem pena nem glória. Eu estou falando é de outros avanços, de outros sonhos.

Por exemplo: até agora, na Espanha, cada criança recebia, ao nascer, um bônus do Estado. O seguro desemprego é dos mais sólidos da Europa. A saúde pública é considerada referência. As pensões e aposentadorias, longe de serem desiguais como as nossas, são igualitárias.

Os avanços nas conquistas dos direitos civis vão muito além. Na Espanha, uniões afetivas do mesmo sexo são consideradas casamento, com direito a herança, partição de patrimônio e adoção de filhos. O aborto está amparado por lei, e as mulheres podem interromper sua gravidez de até 14 semanas. Até 2005 – ou seja, no governo Zapatero – o aborto só era permitido em casos de violação, má formação do feto ou ameaça à saúde física ou psicológica da mãe.

Ninguém sabe o que Mariano Rajoy pensa. Sobre essas questões, então, melhor nem falar. O que se sabe é que nas filas de seu Partido Popular pululam a direita católica, o Opus Dei, os Legionários de Cristo.

A volta ao país confessional dos tempos de Franco é, mais que um risco eventual, uma ameaça real. A poderosa hierarquia da Igreja Católica está que é um sorriso só. O nacional-catolicismo do Partido Popular do novo primeiro-ministro encontrou seu espaço. O próprio Rajoy já se declarou contrário ao casamento homossexual (aceita a “união civil”, e só), num país que nos últimos seis anos realizou mais de 20 mil casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Enfim: não é só sobre a economia que pairam pesadas sombras na Espanha. Direitos civis e direitos sociais estão debaixo de ameaça atroz. Um senhorito galego, obediente às regras da tradição, obediente à fome do dinheiro, chegou para mandar.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/a-espanha-e-seu-novo-homem-fraco/331735/

Venezuela: Hugo Chávez quer incorporar jovens estudantes na milícia

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou que quer incorporar os jovens estudantes que integram o Pólo Patriótico Estudantil na milícia territorial.

“Eu sugiro incorporar nos objetivos do Pólo Patriótico Estudantil o tema da defesa nacional, a formação de milícias bolivarianas que se incorporem nas milícias territoriais para a defesa do país”, disse.

O presidente da Venezuela falava para milhares de alunos, integrantes do recém-criado Grande Pólo Patriótico, organismo que reúne as organizações política afetas ao seu regime, que hoje marcharam até ao palácio presidencial de Miraflores, para lhe entregar a Declaração Bicentenária, com as conclusões de um congresso realizado durante o fim de semana.

Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/11/21/venezuela-hugo-chavez-quer-incorporar-jovens-estudantes-na-milicia