• O mercado de trabalho no México aprofunda importância nas pautas eleitorais da corrida à Presidência

    Dentre os diversos problemas que afetam o México neste começo de século, figura o emprego informal. Peña Nieto, atual candidato do “Partido Revolucionário Institucional” (PRI), se realmente eleito (as pesquisas de opinião o indicam como o candidato preferido pelos mexicanos*), terá que desenvolver políticas públicas para os atuais 13,7 milhões de trabalhadores informais do país, que corresponde a, aproximadamente, 29,1% da “População Economicamente Ativa” (PEA)** e para os 50 milhões em idade de ingresso no mercado de trabalho.

    Caso o PRI de Pieña seja o escolhido, voltará ao poder após ceder, por dois mandatos, o poder para o “Partido Acción Nacional” (PAN), do atual presidente Felipe Calderón Hinojosa. O PRI é o Partido que conglomera em seu interior todos os membros da “família revolucionária”, pós “Revolução Mexicana”.

    As pesquisas indicam que os eleitores buscam eleger seus candidatos, principalmente, pelo tema emprego. Além dos informais e dos jovens em idade de ingresso na PEA, o país conta com 2,3 milhões de desempregados***. Com a crise norte-americana do subprime, o México, que possui uma balança altamente dependente dos “Estados Unidos”, vê a situação do mercado de trabalho na pauta dos debates eleitorais entre os três candidatos. Além de Enrique Pieña Nieto (PRI), estão na corrida à Presidência: Andrés Obrador (“Partido de la Revolución Democrática” – PRD), Josefina Mota (“Partido Acción Nacional” – PAN)  e Gabriel de la Torre (Partido Nueva Alianza – PANAL).

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    *Ver:

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1089342-pena-nieto-amplia-vantagem-nas-eleicoes-presidenciais-do-mexico.shtml

    **Ver:

    http://www.excelsior.com.mx/index.php?m=nota&id_nota=833402&seccion=dinero&cat=13

    *** Ver:

    http://www.excelsior.com.mx/index.php?m=nota&seccion=dinero&cat=13&id_nota=831120